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Sandro Batista

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Sandro Batista

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Amigo, Verdadeiro, VITÓRIA DE CORAÇÃO, Amo a Deus, minha Família, meus filhos e minha esposa....
March 09

Entrevista - Vanderson

Entrevistas



Vanderson


 

 

Texto e fotos: Felipe Esteves

 

Bahia Notícias – Vanderson, conta um pouco sobre sua trajetória no futebol, desde seu primeiro clube, o Castanhal-PA até o Vitória.

Vanderson – Foi difícil como todo inicio de carreira de um jogador de futebol. Comecei no Castanhal. Apesar do clube ter uma boa estrutura na época, era difícil lutar por um sonho com tanta dificuldade, mas conseguir superar e estou aqui hoje. Cada dia que passa agradeço a Deus por ter me dado o dom de jogar futebol e ter seguido bem na minha carreira. Como eu dizia, o começo foi difícil, quando ainda era adolescente, minha esposa teve um filho e pra mim foi mais difícil ainda ter que encarar essa responsabilidade. Conseguir progredir dentro do esporte. Passei pelo Paysandu, Juventude e me estabilizei aqui no Vitória. Sinto-me bem aqui e tenho orgulho de jogar por esse clube.

 

B.N – Onde e quando você considera o seu melhor momento na carreira?

 

Vanderson – Eu tive passagem por dois clubes que moram no meu coração, que é o Paysandu e o Vitória. No Paysandu participei de uma época boa, onde fui para a libertadores, logo após ter ganho a Copa do Campeões e também da série B do Brasileiro. Na série A fizemos uma boa campanha, então esse momento eu considero como um dos mais marcantes da minha vida, que foi um período de 2001 até 2004. Depois, de 2006 a 2009 pelo Vitória, onde conseguimos levar o time para séria A, fui campeão baiano algumas vezes e, agora, voltarei a disputar uma competição internacional; sem contar que o clube hoje tem grandes projetos para continuar crescendo. Sem dúvidas esses dois times me proporcionaram os melhores momentos da minha carreira.

 

B.N – Como foi o processo para sua chegada no Vitória em 2006?

 

Vanderson – Ah, foi difícil porque eu estava no Juventude, um time de primeira divisão, mas, mesmo assim, eu saí do clube, pedi para rescindir meu contrato, pois não estava concordando com a filosofia de trabalho que estava sendo empregada no clube. Nesse momento eu voltei para Belém, onde estavam acontecendo propostas do Remo, Paysandu e até de outros clubes. Foi nesse momento que eu tive contato com o Vitória. No começo eu fiquei receoso, até porque o Vitória estava na série C. Mas conversei com meu empresário e ele me mostrou que o clube era grande e iria subir. Graças a Deus eu optei por vir e hoje estou na série A, prestes a disputar uma Sul-Americana, o que me motiva bastante.

 

B.N – Você é um volante à moda antiga, que dá prioridade à marcação. O que você acha dessa safra nova de volantes que também saem para o jogo? Você tenta aprimorar seu jogo na parte ofensiva?

 

Vanderson – É, eu já venho me adaptando nesse esquema de “faz tudo” dentro do campo. O Mancini gostava de volantes que saiam para o jogo, então, naturalmente, eu comecei a desenvolver esse estilo. Na série A do ano passado tive a oportunidade de fazer gols, sofrer pênaltis, então, assim, conseguir evoluir meu modo de jogo. Também atuava com o Renan, que também tem o estilo de marcação forte, assim dava mais para sair jogando Mas tudo isso depende do treinador Se o técnico quiser que eu saia mais eu saio, mas se quiser que eu fique mais preso na zaga, fazendo a marcação, eu fico. Com o Mauro Fernandes é diferente, ele prioriza a marcação entre os volantes e que não passe muito do meio de campo. Então eu cumpro o que o treinador achar melhor para a equipe. Mas foi bom ter mudado meu estilo no campo, pois fez com que eu melhorasse minha qualidade nos passes.

 

B.N – O seu ciclo dentro do clube está prestes do fim ou você ainda pretende continuar dando alegrias para a torcida Rubro-negra?

 

Vanderson – Não, cada dia mais eu tenho que mostrar para o torcedor que eu estou em condições de vestir a camisa do time e estar sempre lutando para o melhor do Vitória. Tenho o apoio da diretoria, comissão técnica e, principalmente, da torcida. Eu realmente espero encerrar minha carreira no Vitória.

 

B.N – Você vai completar três anos no Vitória e isso é incomum no futebol moderno. Para você qual é o principal motivo de tanto tempo no clube?

 

Vanderson – O maior motivo é que eu me sinto bem dentro do clube. Um clube que entrei na série C e agora estou na série A dá motivação para você continuar, mesmo eu sabendo que o acesso iria acontecer. Então eu me sinto muito bem em trabalhar aqui. Fiz muitos amigos, fui bem acolhido na cidade, tenho a confiança do torcedor e da diretoria, então eu coloco tudo isso na balança para permanecer no Vitória. Ano passado eu tive uma boa proposta do Sport para deixar o Vitória, mas preferir não sair. Hoje o lado financeiro não pesa muito para as minhas escolhas, claro que o salário é um dos atrativos, mas eu peso bem as coisas e meu relacionamento dentro do clube é muito bom para eu sair por qualquer proposta.

 

 

B.N – Com o trabalho construído no dia a dia do clube você se tornou um dos maiores ídolos do Vitória. Como você encara toda essa responsabilidade?

 

Vanderson – Realmente é uma responsabilidade grande. O torcedor sempre quer ver o ídolo bem e eu tenho que corresponder às expectativas. Comigo não é diferente. Sempre que entro em campo eu demonstro a todos que quero vencer. Então eu acho que fiz por onde para conseguir o prestigio com a torcida. Cheguei na série C, o clube estava quase no fundo do poço, mas eu nunca deixei de acreditar no Vitória e é assim que eu sempre entrei em campo, acreditando sempre que podemos conseguir o melhor. Chegamos perto de disputar uma Libertadores, não conseguimos, mas isso não está distante, já que o clube tem nível e estrutura para isso. Assim, eu agradeço ao torcedor pelo apoio que vem me dando até hoje.

 

B.N – O grupo assimilou muito bem a mudança de técnico no Vitória. Quais as perdas e os ganhos com a saída de Mancini e a chegada de Mauro Fernandes?

 

Vanderson – Todo clube que quer ser vencedor e fazer uma temporada boa, não pode trocar muito de treinador. Com a troca vem outro trabalho, outra filosofia nas relações do dia a dia, esquema de jogo diferente, então eu acho que atrapalha um pouco. Mas a chegada do Mauro Fernandes foi tranqüila, alguns jogadores trabalharam com ele e sabem do seu caráter no trabalho que é desenvolvido. A perda do Mancini foi triste, acho que todos sentiram isso, até porque é um treinador que já estava conosco há mais de um ano, mas também ficamos felizes por ele ter ido para um clube de expressão como o Santos, todo jogador quer jogar no Santos. Mas o Mauro Fernandes foi uma boa escolha e os jogadores estão muito felizes, isso mostra o quanto ele é querido.

 

B.N – O grupo que está aí hoje, você considera unido?

 

Vanderson – Sim, todos têm uma boa relação. Uns são mais próximos, outros menos, mas isso é normal em todo grupo. O que importa é a solidariedade dentro do grupo e isso acontece no Vitória. Aqui todos se ajudam para todos saírem vitoriosos. Não tem o que reclamar do grupo que está aí hoje.

 

B.N – Qual foi o pior e o melhor time que você jogou nesses três anos de Vitória?

 

Vanderson – Não sei se posso classificar o melhor e o pior, cada um tem suas características especificas. O time da série C estava mais desconfiado, até porque teve momentos dentro da competição em que estávamos longe da classificação para a série B. Isso causou um pouco de agitação no grupo. Se não me engano, na época faltavam quatro ou cinco jogos e nós tínhamos que ganhar quatro, isso desmotivou um pouco a equipe, mas tudo acabou bem. Na série B, o grupo estava muito unido e fechado, viemos do acesso e o astral dentro do clube era diferente. Passaram, naquele ano, muitos treinadores como Givanildo, Vadão e Marco Aurélio, mas o grupo não sentiu tanto, justamente pela união que existia. Nosso objetivo de subir para série A já estava traçado e o time focou muito bem nisso. Já na série A houve algumas brigas e discussões na equipe. Excesso de vaidades, que tem que ser evitado em um grupo de futebol e por isso ficamos uns sete ou oito jogos sem vencer uma partida. Mas graças a Deus conseguimos uma vaga na Sul-Americana. Avaliando dessa forma, eu acho que eu o grupo mais fechado que eu trabalhei aqui foi na série B, onde suportamos todas as mudanças de trabalho sem sair da nossa meta de levar o Vitória à elite do futebol.

 

B.N – No ano de 2007, quando o clube disputava a série B, você começou a ficar marcado por tomar muitos cartões amarelos e vermelhos nos jogos. Desde 2008 até hoje, a quantidade de cartões diminuiu. A que se deve essa mudança?

 

Vanderson – Isso depende muito do treinador, da minha função dentro de campo. Com Givanildo, Marco Aurélio e com o Vadão, eu atuava muito na marcação corpo a corpo e, assim, muitas vezes eu cometia faltas necessárias no jogo, que me rendiam os cartões. Já com o Mancini, como eu já disse, eu não atuava tanto na marcação pesada, saindo mais para o jogo, até porque a função da marcação homem a homem eu dividia com o Renan. Nesse momento os cartões diminuíram e melhorou meu estilo de jogo.

 

B.N – As subidas de Apodi para o ataque também contribuíram para os cartões, já que você fazia a cobertura desse jogador?

 


Vanderson – O Apodi é muito veloz e ajudava muito a equipe nos contra-ataques, mas a volta dele era lenta e eu tinha que cobrir o buraco que ficava na zaga. Mas ele vem melhorando isso para não deixar a equipe desguarnecida e quando ele precisar fazer a correria dele eu vou continuar cobrindo a retaguarda.

 

 

B.N – Você tem alguma frustração de não ter jogado na Europa, já que todo jogador almeja isso na carreira?

 

Vanderson – É, eu fico um pouco triste, mas não lamento, não fico pensando nisso. Claro que eu queria ter tido essa oportunidade, mas é como eu disse, eu me sinto muito bem no Vitória, vou completar 30 anos e penso em continuar no clube. Aqui no Brasil eu já não vejo muito minha família, meus filhos, imagina em outro país?

 

B.N – Você já se considera um veterano do futebol e até quando você tem planos para continuar jogando em alto rendimento?

 

Vanderson – Apesar de ter começado com 17 anos, eu ainda não me sinto um veterano do futebol. Mesmo depois de já ter mais de 10 anos no futebol, eu acho que ainda tenho cinco ou seis anos para continuar jogando e espero estar aqui no Vitória até o final da minha carreira.

 

B.N – Quando chegar a hora de pendurar as chuteiras você tem alguma coisa em mente do que irá fazer?

 

Vanderson – Eu já pensei em ser treinador, mas para ser treinador hoje tem que ter mais suporte, você não trabalha sozinho. Tem que ter um bom auxiliar, preparador físico e outros suportes para ajudar. Mas não penso muito ainda na hora de parar. Deixa essas decisões para serem tomadas mais lá para frente.

 

B.N – O que você sentiu ao ser homenageado pelos 100 jogos com a camisa do Vitória?

 

Vanderson – Foi a primeira vez que passei por isso em um clube. Eu fiz mais de 100 jogos pelo Paysandu e não tive essa homenagem. Então aquilo se tornou muito marcante na minha carreira, algo que jamais irei esquecer. É como eu já falei, o Vitória é um clube que eu adoro e faço de tudo para sempre estar presente em todas as partidas. No dia que eu parar eu vou sentir muitas saudades daqui, mas eu ponho na minha cabeça que isso ainda está distante.

 

B.N – O time do Bahia de hoje vem despontando como favorito pela imprensa para ganhar o campeonato desse ano, ainda mais depois de ter vencido o clássico. O que você acha disso?

 

Vanderson – A imprensa e os torcedores tem todo o direito de pensarem o que quiser. Eu acho que o Bahia tem, se não me engano, oito anos sem ganhar um título estadual e é muito para um estado que tem apenas dois clubes que são considerados grandes. Então a imprensa quer de todo o jeito que o Bahia ganhe o campeonato, mas a coisas não são tão simples assim. É até bom, deixa o Vitória ir comendo pela beiradas. Deixa essa pressão para o Bahia, até porque se eles não ganharem esse campeonato é capaz do clube ter um baque muito grande. È bom a gente ir sem muito alarde e no final a gente vê quem levanta a taça.

 

B.N – Qual a mensagem que você pode deixar para o torcedor Rubro-negro que lê o Bahia Notícias?

 

Vanderson – Que o torcedor sempre acredite em nós jogadores. Perdendo ou ganhando as partidas o nosso objetivo é ganhar o campeonato. Nós ficamos muito tristes com a perda do clássico, mas o que vale é o resultado final. Para isso estamos trabalhando muito para dar essa alegria ao torcedor. É como eu disse, o torcedor pode acreditar e comparecer nos jogos porque nós vamos conquistar esse campeonato.

March 02

Vídeo dos gols de Vitória 5 x 1 Itabuna 01/03/09

Segunda-feira, 2 de Março de 2009

Vídeo dos gols de Vitória 5 x 1 Itabuna 01/03/09

 

Créditos do vídeo: Dalmo Carrera do http://www.futebolbahiano.com/.

Mais informações da partida Vitória 5 x 1 Itabuna aqui.

October 14

Ouça a PRIVILEGE RADIO WEB

 

Listen here... On The Site:

http://privilegeradio.blogspot.com/

Além da qualidade superior ao MP3, o AAC transmite em uma qualidade notável, a Rádio Privilege transmite na taxa de 24 Kbps, tendo como objetivo alcançar todos os ouvintes, seja linha discada (56 Kbps), como também, banda larga. Com a nossa taxa de transmissão em 24 Kbps, temos uma qualidade comparável com 128 Kbps do MP3. Veja mas no google sobre codec AAC.
 

Dj Ivan M7

Responsável pelo repertório da rádio diariamente, com o melhor do NuJazz, Groove, House, Flashback, R&B e Lounge. Aqui na sua Rádio Privilege Web, sua opção de música de qualidade na internet. E-mail/MSN: i-m7@hotmail.com
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Dj Cristian (Só nas contadas)

Todas as sextas das 20:00 às 22:00 hs o programa "MIX E PENEIRADOS", com Dj Cristian ao vivo, tocando o melhor da House Music, e vocês acham que acaba por aqui, no sábado edição especial das 12:00 às 14:00 hs, aqui na Rádio Privilege Web, sua opção de música de qualidade na internet. E-mail/MSN: djcristian@bol.com.br
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Dj Pierre

Todas as quintas das 21:00 às 23:00 hs o programa QUINTA NIGHT, com Dj Pierre tocando ao vivo o melhor das pistas, aqui na Rádio Privilege Web, sua opção de música de qualidade na internet.
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Dj Dudu Almeida

Programa Super Hits Todas às Quartas das 14:00 às 16:00 hs tocando o melhor do House, vale a pena conferir, aqui na sua Rádio Privilege Web, sua opção de música de qualidade na internet. Para quem quiser ouvir o trabalho do Dj Dudu Almeida, segue o link abaixo com a sua 1ª participação no programa Na Pista.
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Dj Edy

Todas as quintas das 17:00 às 19:00 hs o melhor do R&B e House, Programa Black House Mania, tenha uma ótima companhia com esse grande Dj, aqui na sua Rádio Privilege Web, sua opção de música de qualidade na internet.
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Terça-feira, 16 de Setembro de 2008

Dj Ubiratan

Todos os domingos das 19:00 às 21:00 hs Programa PURO FINO, com o melhor do House & Soulful, Dj Ubiratan tocando o melhor do House, vale a pena conferir, aqui na sua Rádio Privilege Web, sua opção de música de qualidade na internet.
Postado por PRIVILEGE RÁDIO WEB às 09:52 1 comentários

Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008

Carlinho Dj

Ótima seleção musical, Dj experiente e sempre tocando o melhor do R&B, Flashback e House. Para quem quiser ouvir o trabalho do Carlinho Dj segue o link abaixo da participação do programa NA PISTA. http://www.4shared.com/file/41056659/9e6a67c4/CARLINHO_DJ_-_S_House_Na_Pista.html?s=1
September 20

Dr. Martin Luther King Jr

THE RIGHT KING FOR THE CIVIL RIGHTS

Regina Coeli Monteiro
4th term Portuguese and English Student
Campus Méier

"A Nation that continues year after year to spend more money on military defense than on programs of Social uplift is approaching spiritual death"
Dr. Martin Luther King Jr.

Dr. King made a difference concerning his ideals in defense of the black community civil rights.

Dr. Martin Luther King Jr. was born in Atlanta in 1929. He followed his father's footsteps and became a minister of the Baptist Church, and soon earned a Ph.D. in theology. He embarked on the civil rights leadership when he was the pastor of a Baptist Church in Alabama.

What still intrigues different nations is the surpassing attribute that distinguishes Dr. Martin Luther King Jr. from other figures that fought for the Civil Rights.

Dr. King's figure and work are dearly admired in Brazil. Even though he and other members of the movement became victims of violence, he believed that change could and would come through a non-violent civil resistance and protest.

"He won the 1964 Nobel Peace Prize", said Silvia Gomes, a Brazilian citizen and a public institution employee of Rio de Janeiro's city hall, Brazil. "That was because he looked after the Negro rights without a bloodbath. He was the youngest person ever to receive it. The Rio de Janeiro's City Hall paid tribute to Dr. King and founded a public school named after him, located on Tijuca County."

"(Man) is distinguished from animals by his freedom to do evil or to do good."
Dr. Martin Luther King Jr.

Martin Luther King Jr. was assassinated on April 4th, 1968, on the Lorraine Hotel, while standing on the balcony with Jesse Jackson and Ralph Abernathy. Dr. King was shot in the neck by a rifle bullet. The Lorraine Hotel is now the National Civil Rights Museum.

Dr. King was Negro and religious. Faith is eminent for black people. Religion is a potent vehicle to make men equal.

"And when we allow freedom to ring, when we let it ring from every village and hamlet, from every state and city, we will be able to speed up that day when all of God's children - black men and white men, Jews and Gentiles, Catholics and Protestants - will be able to join hands and to sing in the words of the old Negro spiritual, 'Free at last, free at last; thank God Almighty, we are free at last.'"

Taken from the speech "I Have a Dream", from Dr. Martin Luther King Jr.

MARTIN LUTHER KING JR. DAY: IRRELEVANT OR IMPORTANT?

The Civil Rights Leader wrangled over segregation. Over discrimination. Over poverty. He tussled for voter's rights. For the access to the public facilities. For education. He provoked profound changes for blacks in North American society. His importance is indisputable.

Still, the Government did not deign to delegate Dr. King to be honored with a holiday until 1986, when it was demanded that the official holiday would be on the third Monday of January, in spite of his birthday being on January 15th (in response to the criticism that the holiday would be too close to the Christmas and New Year's).

The opposition doesn't nod to this homage holiday and claims that there are issues concerning money. The ballpark figure for the total costs associated with lost services on the King holiday is an absurd: Eight billion Dollars for government and private sector.

Every representative group disputes a day to commemorate. Tree lovers and environmentalists would implore to have the Arbor Day as an official holiday. Commercial interests regard Valentine's Day. Valentine's Day.

The Third Monday of January is not just one more day to go to the beach or just hang around. It is celebrated each year with educational programs, artistic displays, and concerts throughout the United States.

THE PURPOSE OF EDUCATION
Morehouse College, 1948
By Dr. Martin Luther King

As I engage in the so-called "bull sessions" around and about the school, I too often find that most college men have a misconception of the purpose of education. Most of the "brethren" think that education should equip them with the proper instruments of exploitation so that they can forever trample over the masses. Still others think that education should furnish them with noble ends rather than means to an end.

It seems to me that education has a two-fold function to perform in the life of man and in society: the one is utility and the other is culture. Education must enable a man to become more efficient, to achieve with increasing facility the legitimate goals of his life.

Education must also train one for quick, resolute and effective thinking. To think incisively and to think for one's self is very difficult. We are prone to let our mental life become invaded by legions of half-truths, prejudices, and propaganda. At this point, I often wonder whether or not education is fulfilling its purpose. A great majority of the so-called educated people does not think logically and scientifically. Even the press, the classroom, the platform, and the pulpit in many instances do not give us objective and unbiased truths. To save man from the morass of propaganda, in my opinion, is one of the chief aims of education. Education must enable one to sift and weigh evidence, to discern the true from the false, the real from the unreal, and the facts from the fiction.

The function of education, therefore, is to teach one to think intensively and to think critically. But education that stops with efficiency may prove the greatest menace to society. The most dangerous criminal may be the man gifted with reason, but with no morals.

The late Eugene Tallmadge, in my opinion, possessed one of the better minds of Georgia, or even America. Moreover, he wore the Phi Beta Kappa key. By all measuring rods, Mr. Tallmadge could think critically and intensively; yet he contends that I am an inferior being. Are those the types of men we call educated?

We must remember that intelligence is not enough. Intelligence plus character--that is the goal of true education. The complete education gives one not only power of concentration, but worthy objectives upon which to concentrate. The broad education will, therefore, transmit to one not only the accumulated knowledge of the race but also the accumulated experience of social living.

If we are not careful, our colleges will produce a group of close-minded, unscientific, illogical propagandists, consumed with immoral acts. Be careful, "brethren!" Be careful, teachers!

Dr. Martin Luther King Jr.

O LÍDER DIREITO PELOS DIREITOS CIVIS

Regina Coeli Monteiro
Aluna do 4º período de Português e Inglês
Campus Méier

"Uma Nação que continua, ano após ano, a gastar mais dinheiro em proteção militar do que em causas Sociais está à margem da morte espiritual."
Dr. Martin Luther King Jr.

Dr. King fez a diferença quando endereçou o seu ideal para a defesa dos direitos civis da comunidade negra.

Dr. Martin Luther King Jr. nasceu em Atlanta, em 1929. Ele seguiu os passos de seu pai e tornou-se Ministro da Igreja Batista, e logo adquiriu o Pós-Doutorado em Teologia. Ele tomou parte da liderança dos Direitos Civis quando era pastor de uma Igreja Batista no Alabama.

O que ainda intriga as diferentes nações é o avantajado atributo que distingue Dr. Martin Luther King Jr. de outras figuras que lutaram pelos Direitos Civis.

A imagem do Dr. King e seu trabalho são carinhosamente admirados no Brasil. Mesmo que ele e outros membros do movimento tenham se tornado vítimas da violência, Luther King Jr. acreditava que a mudança poderia e iria se consolidar através do protesto "não-violento" e da resistência civil.

"Ele ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1964", disse Silvia Gomes, cidadã brasileira e funcionária pública da Prefeitura do Rio de Janeiro, Brasil. "Isto porque cuidou dos direitos do Negro sem derramamento de sangue, sendo a pessoa mais jovem a receber tal premiação. A Prefeitura do Rio de Janeiro homenageou o Martin Luther King Jr., fundando uma escola pública que leva seu nome, localizada no bairro da Tijuca."

"(O Homem) distingue-se dos animais pela liberdade para fazer ou o bem ou o mal"
Dr. Martin Luther King Jr.

Martin Luther King Jr. foi assassinado em 4 de abril de 1968, no Hotel Lorraine, quando estava na varanda do quarto com Jesse Jackson e Ralph Abernathy. Dr. King foi morto com um tiro de espingarda no pescoço. O Hotel Lorraine é hoje o Museu Nacional dos Direitos Humanos.

Dr. King era negro e religioso. A fé é eminente para as pessoas negras. A religião é um veículo potente para tornar os homens iguais.

"E quando nós permitirmos que ecoe a liberdade, quando nós a deixarmos ecoar de cada vila e lugarejo, de cada Estado e Cidade, nós seremos capazes de acelerar o dia em que todas as crianças de Deus – homens negros e brancos, Judeus e Pagãos, Católicos e Protestantes – serão capazes de dar as mãos e cantar nas palavras do velho hino negro, 'Livre, enfim; graças à Deus nas alturas, nós estamos livres enfim'"

Do discurso "I Have a Dream" ("Eu tenho um sonho"), por Dr. Martin Luther King Jr.

O DIA DE MARTIN LUTHER KING JR.: IRRELEVANTE OU IMPORTANTE?

O Líder dos Direitos Civis combatia a segregação, a discriminação, a pobreza. Ele contendeu pelos direitos do voto. Pelo acesso às facilidades públicas. Pela educação. Ele incitou profundas mudanças para os negros na sociedade da América do Norte. Sua importância é irrefutável.

Entretanto, o Governo não condescendeu a nomeação do Dr. King para ser honrado com um feriado até 1986, quando foi exigido que o feriado oficial fosse na terceira segunda-feira de janeiro, apesar do seu aniversário ser no dia 15 do mês em questão (em resposta às críticas de que o feriado estaria muito próximo da semana do Natal e do Ano Novo).

A oposição não "diz amém" para esse feriado "homenageador" e alega que há questões envolvendo dinheiro. A estimativa para o custo total associado com as perdas de serviços no feriado do Dr. King é um absurdo: oito bilhões de dólares para o Governo e os setores privados.

Todos os grupos de representantes disputam um dia para comemorar. Os amantes das árvores e ambientalistas iriam implorar para ter o dia da árvore como um feriado oficial. Grupos com interesses comerciais visando o dia dos namorados fariam o mesmo.

A terceira segunda-feira de janeiro não é só mais um dia para ir à praia ou passear. È celebrado todo ano com programas educacionais, exibições artísticas e concertos pelos Estados Unidos afora.

O PROPÓSITO DA EDUCAÇÃO
Faculdade de Morehouse, 1948
Por Dr. Martin Luther King Jr.

"No momento em que eu me comprometo nas chamadas 'sessões sem sentido', por toda a faculdade e sobre ela, eu também, por várias vezes, concluo que a maioria dos universitários tem uma concepção errada sobre o propósito da educação. A maioria dos 'membros' pensam que a educação deve equipá-los com o instrumento próprio para a exploração para que eles possam pisar em todo mundo. E tem aqueles que pensam que a educação deveria compô-los com fins nobres mais do que com meios para um fim.

Parece-me que a educação tem duas funções enlaçadas atuando na vida de um homem e em sociedade. A primeira é a utilidade e a outra é a cultura. A Educação deve proporcionar ao homem mais eficiência e a alcançar com crescente facilidade os objetivos legítimos de sua vida.

A Educação deve também treinar o homem para a agilidade, raciocínio resoluto e eficiente. Pensar incisivamente e pensar para si mesmo é muito difícil. Nós estamos dispostos a deixar nossa vida mental ser invadida por legiões de 'meias-verdades', preconceitos e propagandas. A esta altura, eu tento descobrir se a educação está ou não está preenchendo esse propósito. Uma grande maioria dos tão aclamados estudiosos não pensa lógica e cientificamente. Até mesmo na mídia, na sala de aula... A plataforma política e a tribuna em muitos exemplos não nos dão uma verdade objetiva e imparcial, livre de preconceitos. Salvar o homem da lambança da propaganda, em minha opinião, é um dos pontos chave da educação. A Educação deve proporcionar a capacidade de indagar e de pesar as evidências, de discernir o verdadeiro do falso, o real do irreal, e os fatos das ficções.

A função da educação, então, é ensinar a pensar intensamente e a pensar com senso crítico. Mas a educação que pára na eficiência pode revelar o grande fantasma da sociedade. O mais perigoso criminoso pode ser o homem dotado de razão, mas sem moral alguma.

O recente Eugene Tallmadge, em minha opinião, possuía uma das mentes mais brilhantes da Geórgia, ou até mesmo da América. Mais tarde, ele escreveu a "Phi Beta Kappa Key". Por todos os padrões, O Sr. Tallmadge pode ter pensado critica e intensivamente, mais ainda sim ele sustenta que eu sou um ser humano inferior. São esses os estudiosos?

Devemos lembrar que inteligência não basta. Inteligência adicionada a um bom caráter. Esse é o objetivo da educação de verdade. A educação completa dá ao homem não só o poder de concentração, mas objetivos que valham a pena tal concentração. A educação categórica irá, por isso, transmitir ao homem não só o conhecimento acumulado da raça, mas também a experiência acumulada da vivência social.

Se nós não formos cuidadosos, nossos colegas produzirão um grupo de mentes fechadas, não-científicas, ilógicas propagandistas, dissipadoras dos atos imorais. Tomem cuidado, 'membros'! Tomem cuidado, professores!"

Dr. Martin Luther King Jr.

Endereço para correspondência:
reginacoelim@hotmail.com

EU TENHO UM SONHO - Discurso de Martin Luther King (28/08/1963)

EU TENHO UM SONHO

Discurso de Martin Luther King (28/08/1963)
Eu estou contente em unir-me com vocês no dia que entrará para a história como a
maior demonstração pela liberdade na história de nossa nação.
Cem anos atrás, um grande americano, na qual estamos sob sua simbólica sombra,
assinou a Proclamação de Emancipação. Esse importante decreto veio como um
grande farol de esperança para milhões de escravos negros que tinham murchados
nas chamas da injustiça. Ele veio como uma alvorada para terminar a longa noite
de seus cativeiros.
Mas cem anos depois, o Negro ainda não é livre.
Cem anos depois, a vida do Negro ainda é tristemente inválida pelas algemas da
segregação e as cadeias de discriminação.
Cem anos depois, o Negro vive em uma ilha só de pobreza no meio de um vasto
oceano de prosperidade material. Cem anos depois, o Negro ainda adoece nos
cantos da sociedade americana e se encontram exilados em sua própria terra.
Assim, nós viemos aqui hoje para dramatizar sua vergonhosa condição.
De certo modo, nós viemos à capital de nossa nação para trocar um cheque. Quando
os arquitetos de nossa república escreveram as magníficas palavras da
Constituição e a Declaração da Independência, eles estavam assinando uma nota
promissória para a qual todo americano seria seu herdeiro. Esta nota era uma
promessa que todos os homens, sim, os homens negros, como também os homens
brancos, teriam garantidos os direitos inalienáveis de vida, liberdade e a busca
da felicidade. Hoje é óbvio que aquela América não apresentou esta nota
promissória. Em vez de honrar esta obrigação sagrada, a América deu para o povo
negro um cheque sem fundo, um cheque que voltou marcado com "fundos
insuficientes".
Mas nós nos recusamos a acreditar que o banco da justiça é falível. Nós nos
recusamos a acreditar que há capitais insuficientes de oportunidade nesta nação.
Assim nós viemos trocar este cheque, um cheque que nos dará o direito de
reclamar as riquezas de liberdade e a segurança da justiça.
Nós também viemos para recordar à América dessa cruel urgência. Este não é o
momento para descansar no luxo refrescante ou tomar o remédio tranqüilizante do
gradualismo.
Agora é o tempo para transformar em realidade as promessas de democracia.
Agora é o tempo para subir do vale das trevas da segregação ao caminho iluminado
pelo sol da justiça racial.
Agora é o tempo para erguer nossa nação das areias movediças da injustiça racial
para a pedra sólida da fraternidade. Agora é o tempo para fazer da justiça uma
realidade para todos os filhos de Deus.
Seria fatal para a nação negligenciar a urgência desse momento. Este verão
sufocante do legítimo descontentamento dos Negros não passará até termos um
renovador outono de liberdade e igualdade. Este ano de 1963 não é um fim, mas um
começo. Esses que esperam que o Negro agora estará contente, terão um violento
despertar se a nação votar aos negócios de sempre.
Mas há algo que eu tenho que dizer ao meu povo que se dirige ao portal que
conduz ao palácio da justiça. No processo de conquistar nosso legítimo direito,
nós não devemos ser culpados de ações de injustiças. Não vamos satisfazer nossa
sede de liberdade bebendo da xícara da amargura e do ódio. Nós sempre temos que
conduzir nossa luta num alto nível de dignidade e disciplina. Nós não devemos
permitir que nosso criativo protesto se degenere em violência física. Novamente
e novamente nós temos que subir às majestosas alturas da reunião da força física
com a força de alma. Nossa nova e maravilhosa combatividade mostrou à comunidade
negra que não devemos ter uma desconfiança para com todas as pessoas brancas,
para muitos de nossos irmãos brancos, como comprovamos pela presença deles aqui
hoje, vieram entender que o destino deles é amarrado ao nosso destino. Eles
vieram perceber que a liberdade deles é ligada indissoluvelmente a nossa
liberdade. Nós não podemos caminhar só.
E como nós caminhamos, nós temos que fazer a promessa que nós sempre marcharemos
à frente. Nós não podemos retroceder. Há esses que estão perguntando para os
devotos dos direitos civis, "Quando vocês estarão satisfeitos?"
Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto o Negro for vítima dos horrores
indizíveis da brutalidade policial. Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto
nossos corpos, pesados com a fadiga da viagem, não poderem ter hospedagem nos
motéis das estradas e os hotéis das cidades. Nós não estaremos satisfeitos
enquanto um Negro não puder votar no Mississipi e um Negro em Nova Iorque
acreditar que ele não tem motivo para votar. Não, não, nós não estamos
satisfeitos e nós não estaremos satisfeitos até que a justiça e a retidão rolem
abaixo como águas de uma poderosa correnteza.
Eu não esqueci que alguns de você vieram até aqui após grandes testes e
sofrimentos. Alguns de você vieram recentemente de celas estreitas das prisões.
Alguns de vocês vieram de áreas onde sua busca pela liberdade lhe deixaram
marcas pelas tempestades das perseguições e pelos ventos de brutalidade
policial. Você são o veteranos do sofrimento. Continuem trabalhando com a fé que
sofrimento imerecido é redentor. Voltem para o Mississippi, voltem para o
Alabama, voltem para a Carolina do Sul, voltem para a Geórgia, voltem para
Louisiana, voltem para as ruas sujas e guetos de nossas cidades do norte,
sabendo que de alguma maneira esta situação pode e será mudada. Não se deixe
caiar no vale de desespero.
Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de
hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no
sonho americano.
Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro
significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras
para todos, que os homens são criados iguais.
Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos
descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão
se sentar junto à mesa da fraternidade.
Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que
transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será
transformado em um oásis de liberdade e justiça.
Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma
nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu
caráter. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu
governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse
justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com
meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, e todas as colinas e
montanhas virão abaixo, os lugares ásperos serão aplainados e os lugares
tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne
estará junta.
Esta é nossa esperança. Esta é a fé com que regressarei para o Sul. Com esta fé
nós poderemos cortar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta f
é nós poderemos transformar as discórdias estridentes de nossa nação em uma bela
sinfonia de fraternidade. Com esta fé nós poderemos trabalhar juntos, rezar
juntos, lutar juntos, para ir encarcerar juntos, defender liberdade juntos, e
quem sabe nós seremos um dia livre. Este será o dia, este será o dia quando
todas as crianças de Deus poderão cantar com um novo significado.
"Meu país, doce terra de liberdade, eu te canto.
Terra onde meus pais morreram, terra do orgulho dos peregrinos,
De qualquer lado da montanha, ouço o sino da liberdade!"
E se a América é uma grande nação, isto tem que se tornar verdadeiro.
E assim ouvirei o sino da liberdade no extraordinário topo da montanha de New
Hampshire.
Ouvirei o sino da liberdade nas poderosas montanhas poderosas de Nova York.
Ouvirei o sino da liberdade nos engrandecidos Alleghenies da Pennsylvania.
Ouvirei o sino da liberdade nas montanhas cobertas de neve Rockies do Colorado.
Ouvirei o sino da liberdade nas ladeiras curvas da Califórnia.
Mas não é só isso. Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Pedra da Geórgia.
Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Vigilância do Tennessee.
Ouvirei o sino da liberdade em todas as colinas do Mississipi.
Em todas as montanhas, ouviu o sino da liberdade.
E quando isto acontecer, quando nós permitimos o sino da liberdade soar, quando
nós deixarmos ele soar em toda moradia e todo vilarejo, em todo estado e em toda
cidade, nós poderemos acelerar aquele dia quando todas as crianças de Deus,
homens pretos e homens brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos,
poderão unir mãos e cantar nas palavras do velho spiritual negro:
"Livre afinal, livre afinal.
Agradeço ao Deus todo-poderoso, nós somos livres afinal.
 
 

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oi sandro  feliz  carnaval  com muitos  beijos tudo  de  bom ,abraços do  rio .
Feb. 22
luc destraitwrote:
A small passage on your blog to say to you a young hello
 
 
Sept. 25
昱成 林wrote:

親愛的網友您好:

阿福來看您了,感謝來參觀阿福的網站。

很開心我們有緣能成為網友,

歡迎彼此能將訊息相互交流。

 

我是台灣阿福,男生,住在桃園。目前從事教育工作。

還有許多「阿福的部落王國」,    有空常來 阿福網站走走喔!

 

分享短片 騎警攔截野馬跑車 精彩緊張(轉載)

 

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June 22
Nossa!!! que maravilhoso, fiquei feliz demais!
Vou conhecer aqui tudo e de vez em quando me refugiar um pouco aqui posso?
Muito Obrigada de coração, és muito gentil! abraços carinhosos de
MILY
May 9
Lin Bobrwrote:
您好阿
我是新朋友請多多指教喔
很高興能認識您喔
祝您天天開心 事事順心
Apr. 9
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